Recolhimento de primatas mortos (macacos, saguis, etc)

A ocorrência de primatas mortos (macacos, saguis, etc) representa suspeita de circulação de doenças na localidade, a exemplo da febre amarela e raiva animal, de forma que o monitoramento desses registros ajudam a avaliar se está havendo circulação do vírus próximo a populações humanas. Esses animais atuam como sentinelas, pois são sensíveis a esses agravos, indicando ao serviço de saúde que deve ser feito um trabalho preventivo sobre as doenças na localidade onde eles são encontrados mortos. Os macacos mortos devem ser encaminhados para o CVSA, para coleta de amostras biológicas do corpo do animal para exames laboratoriais, referente a febre amarela e raiva animal. Caso encontre algum macaco morto, ligue para o telefone 156 e solicite o recolhimento. Macacos, assim como morcegos, são animais silvestres que vivem no ambiente urbano. Esses animais podem transmitir doenças graves, como a raiva, e por isso deve ser evitado qualquer tipo de contato com humanos e animais domésticos. Não forneça alimento com as mãos e não deixe alimento disponível para macacos ou qualquer outro animal silvestre. Além do risco de transmissão de doenças, alimentá-los contribui para o aumento da população desses animais e permanência de indivíduos próximo às residências, inclusive adentrando os imóveis, aumentando, assim, o risco de contato de animais silvestres com seres humanos e outros animais domésticos, como cães e gatos. Em caso de qualquer tipo de contato com animais silvestres, procure IMEDIATAMENTE a Unidade de Saúde mais próxima da sua casa.

Adoção de Animais e Orientações sobre guarda responsável e manejo

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) possui um canil e gatil onde mantém animais recolhidos nas vias e logradouros em situações que caracterizem risco à saúde pública, tais como casos de animais agressivos sem motivo aparente, atropelados em via pública (por serem suspeitos de doença neurológica como a raiva), fêmeas no cio (por provocarem comportamento agressivo entre machos) e fêmeas com filhotes que estejam agressivas em função da prole. Esses animais são acompanhados por médico veterinário e, após o período de observação, são castrados e disponibilizados para adoção. Qualquer pessoa maior de 18 anos pode adotar um cão ou gato, desde que apresente documento de identificação com foto, comprovante de residência e assine Termo de Responsabilidade pela Adoção, em que o adotante se responsabiliza por todos os cuidados e necessidades do animal após assumir sua guarda. O CVSA também presta orientação à população sobre guarda responsável e manejo de animais, cuidados básicos de cães e gatos, cuidados para evitar a proliferação de parasitas (pulgas e carrapatos), bem como orienta sobre adequada conduta e manejo de cães e gatos e outros animais domésticos. Adotando medidas preventivas e de guarda responsável, evita-se acidentes à terceiros e à outros animais, assim como a proliferação indesejada de outros animais sinantrópicos no ambiente (pulgas, carrapatos, roedores). O CVSA não recebe animais sadios para doação. Somente são admitidos animais que representem risco à saúde pública, após avaliação técnica da equipe.

Monitoramento e Orientações sobre Morcegos

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) atende solicitações da população para identificação de possíveis abrigos de morcegos e orienta sobre como desalojar esses animais de imóveis e residências, bem como sobre os cuidados quanto ao controle, contato ou presença de morcegos. Também são recolhidos animais que agrediram pessoas ou que estejam debilitados, mortos ou em situação suspeita que represente risco para a saúde humana. O recolhimento é feito tanto dentro de imóveis quanto em locais públicos, tais como praças, ruas e jardins. Os animais recolhidos são encaminhados para exame de laboratório, para investigação sobre a presença do vírus da raiva. Os morcegos são mamíferos voadores comuns no ambiente urbano. Sendo assim, é comum que haja vestígio da presença desses animais. Em função da sua importância biológica, são protegidos por Lei Federal e a erradicação destes não é permitida, exceto no caso de morcegos hematófagos (que se alimentem de sangue) que estejam atacando pessoas, situação que não há registro em Vitória. Apesar de serem comuns, o contato com morcegos pode ser perigoso, pois eles podem transmitir o vírus da raiva para seres humanos, cães e gatos, doença grave e letal em 100% dos casos. Sendo assim, orientamos que caso tenha QUALQUER TIPO DE CONTATO com morcego ou caso SUSPEITE que tenha tido contato (por exemplo, acordar com o animal em cima da cama ou no quarto), procure IMEDIATAMENTE a Unidade de Saúde mais próxima da sua casa. Caso encontre algum morcego vivo ou morto, em situação anormal (por exemplo caído no chão, em vias públicas, pendurados em janelas, cortinas, em cima da cama, à luz do dia, que adentrem residências etc), NÃO TOQUE no animal e ligue imediatamente para o telefone 156, solicitando o recolhimento. Se possível, capture o animal SEM TOCÁ-LO utilizando panos, caixas de papel, baldes ou mantendo-o preso em ambiente fechado até que o animal seja recolhido pela equipe do Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ). Para residências próximas das árvores com frutos, flores ou de áreas de vegetação mais densa, orientamos que a árvore seja podada (ou que seja feita a solicitação de poda) bem como que as janelas sejam protegidas por telas, para evitar a entrada desses animais nas residências. A vacinação de cães e gatos contra a raiva é a principal medida de prevenção da doença e deve ser feita todo o ano. A vacina é gratuita e está disponível no Centro de Vigilância em Saúde Ambiental - CVSA) - endereço: Rua São Sebastião, S/N, bairro Resistência.

Castração de Cães e Gatos

O serviço de esterilização de cães e gatos é realizado pelo Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) prioritariamente em áreas consideradas de risco do ponto de vista de saúde pública, onde a castração e a orientação sobre guarda responsável aos proprietários de animais se mostram ferramentas importantes para controle de zoonoses e agravos relacionados. Para ter acesso ao serviço, faz-se necessário registro da solicitação pelo Sistema SIC-156, com informações completas do solicitante (nome, telefone celular e ou fixo), quantidade, espécie, porte e sexo do(s) animal(is) e endereço completo de residência. De posse dessas informações, a equipe do CVSA realiza uma triagem e entra em contato com os munícipes solicitantes por telefone ou via sistema 156. Para as solicitações que se enquadram nos critérios de seleção como prioritárias, o proprietário do animal é convidado para assistir uma palestra sobre Guarda Responsável, em que são expostos os riscos e benefícios do procedimento, bem como os deveres do cidadão enquanto responsável por um cão e gato (conduta adequada para trânsito de animais, cuidados médicos veterinários recomendados, obrigações em relação ao recolhimento das fezes, etc). Atualmente são consideradas prioritárias as solicitações dos bairros das Regiões de São Pedro, Santo Antônio e Maruípe, por serem esses os bairros com maiores índices de agressões por animais, maior número de solicitações de recolhimento de animais recebidos pelo SIC-156 e maior cobertura vacinal nas campanhas de vacinação, o que sugere maior população de cães e gatos naqueles bairros e a maior necessidade de reforço nas orientações sobre guarda responsável junto aos respectivos proprietários. Também são selecionadas situações específicas identificadas na rotina das equipes de Agentes de Saúde, Agentes de Endemias e servidores da Equipe de Controle Animal, que se enquadram no critério de risco à saúde (caso de acumuladores, pessoas em situação de rua ou situações que justifiquem a necessidade de castração no âmbito da saúde pública).

Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (VIGIÁGUA)

O Programa Vigiágua realiza coleta de amostras de água para consumo humano a fim de monitorar a qualidade da água tratada que é fornecida pela concessionária (no caso, a CESAN). São analisados os parâmetros de potabilidade para consumo humano, conforme estabelece a Portaria MS N° 2914/2011 (residual de cloro, pH, turbidez, fluoreto, presença de coliformes totais e E. coli - o que indica contaminação da água por fezes). No caso, mensalmente são coletadas amostras de água recebidas direto da rede de abastecimento (“água da rua”) em vários estabelecimentos públicos de interesse a saúde (Unidades de Saúde, CMEIs, EMEFs, Hospitais) e coleta de água nos dois rios que abastecem o município (Rio Jucu e Rio Santa Maria) para determinação da concentração de cianobatérias (microorganismos que quando presentes na água representam risco à saúde). Caso não esteja dentro das normas, a água de fornecida pode ser a origem de algumas enfermidades causadas por bactérias, vírus, protozoários, helmintos ou até mesmo substâncias químicas. Quando as Unidades de Saúde notificam casos de doenças transmitidas pela água, como hepatite A e diarréia, a equipe realiza a coleta da água do reservatório da residência ou estabelecimento (caixa d’água, bebedouro, torneira da cozinha, entre outros) para investigação da presença de coliformes totais e E. coli. A população pode solicitar orientações sobre limpeza e boa conservação dos reservatórios de água pelo Telefone 156.

Controle da Infestação de Mosquitos

Os mosquitos são vetores potenciais de diversas doenças e se reproduzem por meio da deposição de ovos em locais com água acumulada. Em função das características do ambiente urbano, a cidade dispõe de muitos depósitos que podem acumular água e se tornar criadouros de mosquitos, sejam eles naturais (valas, charcos e outros alagados) ou artificiais (caixas de passagem, fossas, fosso de elevadores, vaso sanitário, calhas, ralos, materiais descartáveis, pratos, vasos, pisos, lajes, marquises, bueiros, pneus, garrafas, etc). Por isso, o monitoramento e controle desses insetos é uma atividade imprescindível para reduzir o risco da população adquirir doenças importantes ou sofrer com o incômodo das picadas e das atividades de repasto das fêmeas aladas (especialmente na hora de dormir). O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) realiza um conjunto de ações de monitoramento e controle de mosquitos de diversas espécies, para fins de minimizar os incômodos causados por eles e o risco de transmissão de doenças. Esse controle é realizado nas áreas públicas do município sujeitas ao acúmulo de água e em criadouros com maior concentração de matéria orgânica, tais como bueiros, bocas-de-lobo, poços de vistoria da rede pluvial, galerias, charcos, alagados e valas. Para avaliar a qualidade das ações e a infestação de mosquitos, são monitoradas diariamente armadilhas luminosas para captura de mosquitos adultos, distribuídas em todas as Regiões de Saúde de Vitória. O morador de Vitória que se sinta incomodado com a presença de mosquitos pode solicitar o serviço pelo Telefone 156. As reclamações recebidas auxiliam a equipe técnica a estabelecer prioridades para atendimento com o serviço.

Controle de roedores

O controle de roedores nas cidades mostra-se como um grande desafio, visto que a urbanização acelerada contribui para criação de condições ambientais que favorecem a instalação e manutenção desses animais nas vias públicas e nos imóveis. Por serem transmissores de diversas doenças, o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) realiza o controle da população de roedores por meio da aplicação de raticidas em Unidades de Saúde e em determinadas localidades do município prioritárias para controle, a partir de indicadores ambientais e epidemiológicos, a saber: (1º) áreas sujeitas a alagamentos e ou que apresentem condições socioambientais favoráveis à proliferação de roedores, notadamente aquelas relativas a saneamento e habitação; (2º) existência de casos notificados de leptospirose; (3º) áreas que apresentam grande demanda social para execução de ações voltadas ao controle de roedores; (4º) áreas com maior concentração de atividades relacionadas à alimentação. São tratadas as Unidades de Saúde do município, áreas públicas e imóveis para bloqueio de casos notificados de leptospirose ou em caso de agressão por roedores, por meio da aplicação de raticidas em bueiros, tocas e outros locais que servem de abrigo ou acesso de ratazanas, rato-de-telhado e camundongos. O morador de Vitória que se sinta incomodado com a presença de roedores pode solicitar o serviço pelo Telefone 156. As reclamações recebidas auxiliam a equipe técnica a estabelecer prioridades para atendimento com o serviço.

Controle e Orientações sobre Pombos

O pombo doméstico (Columba livia) é uma ave comum na maioria das cidades em quase todos os países. Visto que o Brasil não constitui seu habitat original, não há predadores locais em quantidade que promovam um controle biológico natural eficiente (exemplo de falcões, gaviões e felinos). Com isso, os mesmos proliferam-se em grande número devido à grande oferta e disponibilidade de alimento e água que encontram no meio urbano, motivo pelo qual essa espécie é considerada como sinantrópica nociva (praga urbana), conforme o que dispõe a Instrução Normativa IBAMA n° 141/2006. Desde o momento em que se instalam, essas as aves estabelecem grande afinidade com seu domicílio fazendo do mesmo seu abrigo vitalício. Somente a interrupção do suprimento alimentar/água e a aplicação de um sistema eficaz de barreiras físicas impedirão sua permanência e retorno ao local. Conforme estabelecido em legislação, a eliminação direta dos indivíduos somente pode ser adotada como alternativa quando esgotadas as medidas de manejo ambientais, ou seja, quando eliminado ou alterado o acesso aos recursos utilizados pelos animais, que possibilitam sua instalação e manutenção em determinado ambiente. O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) realiza visitas técnicas e orientações sobre controle da população de pombos em imóveis e locais públicos no município. Qualquer demanda relativa a infestação de pombos deve ser registrada pelo telefone 156, para que a equipe possa agendar uma visita técnica ao local e verificar quais as medidas são necessárias para o desalojamento dos animais e eliminação da possibilidade de novo acesso ao ambiente para repouso e nidificação (formação de ninhos), principalmente por meio de barreiras físicas.

Controle de Caramujos Africanos

O caramujo africano é um animal exóticos que foi introduzido no país na década de 80 e tornou-se uma praga por não haver predador natural que possa controlar a população. Cada indivíduo hermafrodita pode colocar 400 ovos a cada postura, a qual pode ocorrer até cinco vezes ao ano, o que ocasiona grandes infestações, especialmente após períodos de chuva, em que apresentam maior atividade. A erradicação definitiva dos animais torna-se um grande desafio. No entanto, a fim de controlar a infestação, o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) monitora as áreas de ocorrência do município, especialmente em períodos após as chuvas. Esse monitoramento é realizado principalmente pelo atendimento de demandas recebidas no SIC-156 ou outros meios de comunicação. O atendimento de demandas sobre infestação de caramujos envolve orientação a população, catação manual em áreas públicas infestadas e, em último caso, aplicação de produtos químicos em áreas públicas para controlar grandes quantidades de caramujos. Orientações quanto à catação manual do caramujo africano: • Realizar catação manual dos caramujos nos quintais de casas sempre com mãos protegidas por luvas ou sacolas plásticas; • Quebrar as cascas antes da incineração dentro de um balde, com um cabo de madeira de ponta quadrada, evitando que se tornem reservatórios de água para mosquitos e outros organismos; • Incinerá-los completamente com muito cuidado utilizando um copo de álcool e longe de crianças para se evitar acidentes. De preferência uma única pessoa deve executar o procedimento. Seqüência: utilizar uma lata perfurada com pequenos furos ao fundo cobertos por um pano, visto que os caramujos exudam grande quantidade de água quando incinerados, o que acaba por apagar o fogo; • Após a queima, dispor o resto no lixo comum; • Fazer busca diária no terreno para verificar se não há outros locais onde existam mais moluscos. • Manter a catação local diária e constante num primeiro momento, a qual deve se repetir daí em diante, semanalmente, visto que cada postura dos caramujos pode conter centenas de ovos, que eclodirão em períodos subseqüentes e reinfestarão o ambiente local novamente, sempre que chover, estiver úmido ou nublado; • Não é recomendado o uso do sal para controle dos caramujos, conforme exposto acima. Medidas simples podem colaborar na redução da população de animais sinantrópicos, tais como esses moluscos: • Manter o jardim, quintal e áreas verdes limpos e capinados, descartando resto de obra, entulho, pedras e acúmulo de material orgânico (capim, folhas, galhos, etc), pois são esconderijos ideais para os moluscos; • Não jogar os caramujos lançando-os em terrenos baldios, na rua ou diretamente no lixo, o que proporcionará um incremento na proliferação desta praga urbana em outros locais; • Não esmagar os caramujos no local o que promove exposição, apodrecimento de sua carne e acúmulo de moscas, baratas e roedores com conseqüente produção de odor;

Ações de Educação em Saúde Ambiental

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) realiza palestras e abordagens educativas para conscientização e orientação da população sobre doenças transmitidas por animais (zoonoses) e fatores do meio ambiente que colocam em risco a saúde humana Tais ações tem como objetivo divulgar informações que visem sensibilizar e mobilizar a sociedade. Os trabalhos são realizados em escolas, creches, instituições de ensino superior, terminais de ônibus, supermercados, locais de grande movimentação, feiras livres, semáforos, praças, eventos e etc, com o objetivo de diminuir os riscos à saúde da população. São realizadas diversas atividades, tais como: exposição de maquete com diversos ambientes; abordagem, panfletagem e orientação no combate a dengue e outras zoonoses; apresentação de teatro de figurino e de fantoches; contação de estórias com a participação dos personagens interagindo com o público; atividades lúdicas como jogos educativos e brincadeiras para sensibilização quanto à gestão de resíduos e preservação do meio ambiente; pintura de rosto nas crianças; planejamento e execução de oficinas em geral (puffs com pneus, reciclados, etc.). Para o sucesso das atividades de educação em saúde, é importante a integração entre o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA) e as comunidades nas quais ele atua. Por isso, o serviço sempre trabalha em parceria com as empresas, sindicatos, escolas e associações de moradores, o que ajuda a diminuir as situações de risco. Quem deseja solicitar orientações, visita técnica ou palestras em sua comunidade, escolas, empresa ou associação de moradores pode ligar para o Fala Vitória 156

Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA)

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA, antigo Centro de Controle de Zoonoses - CCZ) consiste em uma Unidade do sistema local de saúde, voltada à vigilância, prevenção e controle de zoonoses e de fatores ambientais que podem colocar em risco a saúde humana. Esse serviço desenvolve um conjunto de ações que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, tais como a população de animais, vetores, reservatórios, hospedeiros e de fatores não biológicos do meio ambiente (água, ar e solo). O principal objetivo do CVSA é executar ações dirigidas com o propósito de promover e proteger a saúde da população de Vitória, a partir da identificação, eliminação e/ou redução das situações ou dos fatores de risco associados à ocorrência de doenças e agravos, por meio dos seguintes serviços: Controle de Vetores (mosquitos), Controle de Animais Reservatórios (cães, gatos e morcegos), Controle de Roedores e Animais Sinantrópicos, Laboratório de Entomologia, Parasitologia, Micologia e Malacologia, Educação em Saúde Ambiental, Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, Vigilância da Qualidade do Ar e a Vigilância de Populações Expostas a Solos Contaminados. A Equipe do CVSA é formada por biólogos, médicos veterinários, oceanógrafo, engenheiro, agentes de combate às endemias, agentes de saúde, auxiliares e técnicos de laboratório, dentre outros profissionais.